Ingolstadt não é como Coburg, onde as coisas estão mais centralizadas. Aqui você precisa de carro ou espera pelo ônibus que não virá a cada 5 minutos. Eles levam essa história de área residencial muito à sério. Onde se mora, não se compra. Não temos nada na esquina ou logo ali na rua de trás. Tudo vai te levar a sair com o carro ou, mais comumente, a bicicleta. Aqui TODO mundo tem bicicleta, da menor criança ao mais velho vozinho. As pessoas fazem compras massivas pra estocar grandes quantidades de água mineral, sucos, material de limpeza, todos os tipos de não-perecíveis e depois ficam dando essas voltinhas pra comprar pão e carne, por exemplo. Os mercados não fornecem sacolas de compras: você paga, põe tudo no carrinho de novo e depois descarrega no seu carro. Quem não vai de carro, leva sua própria sacola ou cestinha. TUDO se recicla. As garrafas plásticas funcionam como cascos: você leva de volta e recebe o dinheiro. Embalagens são recolhidas pela companhia de lixo num dia diferente do lixo comum. Todo mundo tem que pagar para ter a concessão das lixeiras em casa (Essas, por sua vez, vêm escritas em alemão, russo e turco). A taxa depende de quanto lixo você pretende produzir. Daí a companhia de lixo te fornece os contêineres para papel, plástico, metal, lixo comum e o cacete a quatro. Nas ruas, você vê enfileiradas várias lixeiras para cada tipo de lixo. Eles também têm umas especias para roupas e sapatos velhos. Mó doideira! Ainda estou me acostumando a ter que comer e ir descartando cada coisa numa lixeirinha diferente.quinta-feira, outubro 28, 2010
- Ingolstadt - A adaptação
Ingolstadt não é como Coburg, onde as coisas estão mais centralizadas. Aqui você precisa de carro ou espera pelo ônibus que não virá a cada 5 minutos. Eles levam essa história de área residencial muito à sério. Onde se mora, não se compra. Não temos nada na esquina ou logo ali na rua de trás. Tudo vai te levar a sair com o carro ou, mais comumente, a bicicleta. Aqui TODO mundo tem bicicleta, da menor criança ao mais velho vozinho. As pessoas fazem compras massivas pra estocar grandes quantidades de água mineral, sucos, material de limpeza, todos os tipos de não-perecíveis e depois ficam dando essas voltinhas pra comprar pão e carne, por exemplo. Os mercados não fornecem sacolas de compras: você paga, põe tudo no carrinho de novo e depois descarrega no seu carro. Quem não vai de carro, leva sua própria sacola ou cestinha. TUDO se recicla. As garrafas plásticas funcionam como cascos: você leva de volta e recebe o dinheiro. Embalagens são recolhidas pela companhia de lixo num dia diferente do lixo comum. Todo mundo tem que pagar para ter a concessão das lixeiras em casa (Essas, por sua vez, vêm escritas em alemão, russo e turco). A taxa depende de quanto lixo você pretende produzir. Daí a companhia de lixo te fornece os contêineres para papel, plástico, metal, lixo comum e o cacete a quatro. Nas ruas, você vê enfileiradas várias lixeiras para cada tipo de lixo. Eles também têm umas especias para roupas e sapatos velhos. Mó doideira! Ainda estou me acostumando a ter que comer e ir descartando cada coisa numa lixeirinha diferente.
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Um comentário:
Nossa, a galerinha aí em matéria de reciclagem já está na evolução das espécies... E pensar que no Brasil é esse bacanal grego de saquinhos... Qd fui a Inglaterra, eles diziam que faziam isso por causa da Amazônia...E a gente nem aí para ela!
Beijokas,
Jú Gata
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