Sol castigando a gente. O lado obscuro do calor aqui é que você não vai achar, assim, umas lojinhas pra se entocar no ar condicionado porque aqui quase nenhuma loja ou restaurante tem sistema de ar condicionado. No máximo, eles usam é ventilador mesmo! Maioria dos carros é quente que nem o bafo do capeta e andar na rua é convite pra passar mal. Depois que eu reclamei muito, Marido resolveu me explicar o porquê de eles não terem ar: ele diz que não é vantajoso investir em algo que eles vão usar por, no máximo, dois meses. Bem, eu ainda acho que vale à pena, mas...Nossa viagem foi tranqüila dentro das possibilidades. É muito cansativo e você mal consegue dormir por causa da posição do assento e aquele bip-bip de ‘põe o cinto’ e tal. É um mundo lá em cima. Gente andando pra baixo e pra cima, aqueles comissários te servindo o tempo todo. Me senti como um bicho no zoológico esperando a minha comida na minha baia. Mesmo com todas as opções de filmes e música a que você tem acesso, chega uma hora em que tudo o que você quer é aterrisar e acabar logo com aquilo. Tudo foi tranqüilo com a bagagem, só um pouco de destruição das malas, mas isso é normal.
Chegando em Frankfurt, os pais e o irmão do Marido esperavam por nós com a nossa van alugada. Primeiro, passamos pela casa do Tio pra almoçar. Eu ainda estava fora de ar. Tudo foi muito, assim, dãããããã, pra mim. Do quintal do Tio, você vê a movimentação das embarcações pelo rio e também o castelo de Würzburg. Olha só, hein! Dali, o pai do Marido dirigiu até em casa com o Marido reclamando disso e daquilo. A Mãe dele dizia que ‘nada havia mudado’.
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